Demanda reprimida por procedimentos eletivos preocupa a gestão hospitalar

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O medo de contrair Covid-19 e a suspensão de procedimentos eletivos pela ANS esvaziou os Centros Cirúrgicos. Demanda reprimida preocupa a gestão hospitalar. A Bioxxi lança o CMEXX, Sistema de Rastreabilidade e Gestão de CME que promete ajudar a aumentar a capacidade cirúrgica e reduzir os custos do hospital.

 

Aumentar a eficiência operacional nos hospitais, reduzindo custos e melhorando a experiência do paciente, tem sido um desafio aos gestores hospitalares.

Este desafio se intensificou nos últimos meses, quando as unidades de saúde foram atingidas, direta e indiretamente, pela crise da COVID-19. O impacto social e econômico com o fechamento das salas cirúrgicas e, consequente suspensão das atividades cirúrgicas eletivas, nos primeiros meses de pandemia, revelaram e reforçaram a importância deste segmento para o setor.

Um levantamento realizado pela Federação Brasileira de Hospitais (FBH), entidade que representa mais de 4 mil estabelecimentos da rede privada hospitalar do país, constatou que a queda no faturamento dos hospitais, sobretudo de pequeno e médio porte, que representam 70% de toda a rede do país, chegou a 40% nesse período. A principal explicação foi a suspensão dos procedimentos eletivos.

Agora, com a autorização para o retorno das cirurgias eletivas, hospitais da rede privada e entidades do setor, como a FBH, têm promovido campanhas de conscientização da população sobre a retomada de tratamentos eletivos. Especialistas sugerem que haja uma demanda reprimida por procedimentos eletivos.

Números da Sociedade Brasileira de Cardiologia Intervencionista mostram que houve uma queda de 50,3%, em março, e 73%, em abril, no total de angioplastias coronárias realizadas no país. Os dados comparam os atendimentos daqueles meses nos anos de 2019 e 2020. Também neste mesmo período (entre os meses de março e abril), o país registrou aumento de 31% nos óbitos por doenças cardiovasculares.

Um dos desafios da administração hospitalar é se preparar para o retorno da demanda usual com acréscimo da demanda reprimida, uma vez que, com a diminuição do isolamento social, a sensação de segurança da população tende a aumentar e o retorno aos procedimentos eletivos será consequência inevitável.

CMEXX, Sistema de Rastreabilidade e Gestão de CME,  promete ajudar hospitais a aumentar a capacidade cirúrgica

Com o setor saúde em crise, novas tecnologias têm surgido para oferecer soluções inovadoras aos problemas enfrentados pelo segmento. Um exemplo disso foi o lançamento do CMEXX, sistema de Rastreabilidade e Gestão de CME lançado recentemente pela Bioxxi, maior empresa da América Latina em Esterilização e Gestão terceirizada de CME. O sistema, antes exclusivo aos clientes da empresa, foi lançado no mercado como uma inovação tecnológica capaz de modernizar e otimizar a produção do Centro Cirúrgico.

Segundo os desenvolvedores da Bioxxi, a ideia é modernizar e digitalizar a Central de Materiais e Esterilização (CME), aumentando drasticamente a produtividade, segurança e transparência. A CME é a área do hospital responsável pelo reprocessamento e esterilização dos materiais médicos e instrumentais cirúrgicos. É uma área que tem impacto direto no centro cirúrgico, considerada por muitos “o coração do hospital”.

Quando uma CME apresenta problemas operacionais, o que se vê como resultado é um emaranhado de consequências que afetam diretamente a qualidade da assistência prestada pelo estabelecimento, atrasos e cancelamentos de cirurgias por falta de material, riscos sanitários, descontentamento de funcionários, etc.

Uma CME eficiente ajuda o hospital a aumentar a capacidade cirúrgica, uma vez que, o aumento de produtividade diminui o tempo do reprocessamento de materiais, disponibilizando um maior volume e diversidade de materiais a serem utilizados. Em muitos hospitais a quantidade de instrumentais é limitada, de modo que tê-los disponíveis em menos tempo gera um efeito decisivo no funcionamento do Centro Cirúrgico.

Um dos muitos benefícios do CMEXX está relacionado a um investimento financeiro, proporcionalmente baixo, relativo à sua aquisição, na fácil interface entre o usuário e a ferramenta e no alto impacto produtivo na cadeia de serviços hospitalares.

O CMEXX moderniza todo o funcionamento da CME ao digitalizar processos que demandam disponibilidade de tempo de mão de obra especializada, redobrada atenção para o recurso humano, devido ao risco elevado de erro no controle dos processos por meio de anotações físicas, que durante anos foram realizados com amontoados de papel e caneta ou planilhas em Excel.

“O lançamento do CMEXX, num período tão difícil, conversa com o propósito da Bioxxi de ajudar a tornar o Sistema de Saúde mais acessível”, afirma Diego Pinto, CEO da Bioxxi.

Segundo ele, neste contexto de imensa pressão, as gestões hospitalares têm, cada vez mais, buscado tecnologias que gerem ganhos em produtividade, ajudem na melhoria da assistência e favoreçam a tomada de decisão estratégica baseada em dados. O data-driving já é tendência na no mundo da Transformação Digital e têm chegado com força no Setor Saúde.

“O CMEXX veio para resolver problemas tanto de quem está no dia a dia da operação, quanto das gestões hospitalares. É um sistema simples para o usuário, mas que gera um impacto positivo exponencial para o hospital.”, complementa Diego.